ÚLTIMA CHAMADA – DATA INTELLIGENCE JÁ !

Big_data

No final de 2013 a IDG publicou o seu mais recente levantamento e previsões para 2014 descobrindo que, em média, as empresas iriam gastar US$ 8 milhões em iniciativas de Big Data em 2014.

O estudo também descobriu que 70% das organizações empresariais têm ou estão planejando implantar grandes projetos e programas relacionados a dados . Parte do estudo para 2014 da IDG, Empresa Big Research encontra-se abaixo e têm como objetivo obter uma melhor compreensão das iniciativas de grandes organizações quando abordamos dados, aplicações e estratégias.

A metodologia do IDG inclui entrevistas de 751 indivíduos selecionados aleatoriamente a partir dos assinantes da CIO,Computerworld, CSO, InfoWorld, ITWorld além da Network World, listas de  e-mail e LinkedIn. Foi também utilizada uma pesquisa online de 46 questões.
Para fins do estudo, o IDG definiu como BIG DATA, grandes volumes de uma ampla variedade de dados, coletados de várias fontes em toda a empresa, incluindo dados transacionais de aplicações corporativas / bancos de dados, dados de mídia social, os dados do dispositivo móvel, dados não estruturados/documentos, entre outros.

Veja abaixo os principais números deste estudo:

1) 70% das organizações empresariais já implantaram ou estão com projetos para implantar o Big Data, contra 56% das pequenas e médias empresas.

70

2) As empresas investirão aproximadamente U$8Milhões em iniciativas de Big Data no ano de 2014. Acompanhe abaixo a evolução de investimento comparado ao número de funcionários da empresa.
big-data-investments

O fato é que sem dúvida esse movimento é estratégico, necessário, mas o principal desafio é identificar quais as áreas de negócio e processos onde o Big Data pode ter o maior impacto.

O melhor mix deve trazer a melhor solução capaz de melhorar a qualidade do processo, a velocidade na tomada de decisão, dar mais visibilidade para que planejamento e previsão tenham dados mais claros e objetivos. Com isso o ganho será visível no desenvolvimento de novos produtos, comunicação e logística melhorando assim os fluxos de receita.

Outro ponto importante que enxergo está associado a, por quem deve ser conduzido esse processo dentro da empresa. O primeiro ponto é o foco que deve ser dado na implementação correta das ferramentas, e em como está estruturada a busca de dados. Não devemos sair conectando todos os sistemas legados com o layer integrador DMP, sem que antes sejamos capaz de estruturá-los de forma coerente. Depois entra a eficiente  análise e novas predições, sempre com base nos KPIs previamente definidos. Não vejo esse trabalho sendo feito “in house”, ele faz mais sentido quando desenvolvido por empresas externas ao processo. Minha afirmação é apoiada no fato da possibilidade de haver  uma “contaminação” da visão seja por vício do processo, ou até mesmo no esforço de valorizar algo que nem sempre é aquilo que deve ser visto.

De acordo com a McKinsey, 60% dos executivos admitem fazer tantas decisões ruins quanto boas. Para alguns, a notícia é ainda pior; 12 % dos executivos admitiram que boas decisões são raras. Geralmente com essa estatística, os preços pagos são muito altos. O fato, é que o Marketing mudou, o foco de todas as ações não é mais tão singular e fácil de ser analisado, e com isso, decisões tomadas por “achismo” cada vez mais deixarão líderes expostos. Essa questão passa a ser ainda mais relevante quando estamos falando de decisões estratégicas – aquelas que estabelecem direção. Não temos mais tempo para os erros, o tempo é o agora, as decisões são cada vez mais Real Time.

Por outro lado a tomada de decisão estratégica é um esporte de contato. É um jogo áspero, uma queda de braço disputado entre diferentes departamentos e grupos, entre executivos visionários e pessoas acomodas em suas cadeiras, entre criativos sonhadores e planejadores analíticos.
A soma da falta de tempo, a essa luta interna, traz para a mesa uma ferramenta que ajudará cada vez mais decisões menos sentimentais e políticas, e cada vez mais baseada em reais necessidades entre fornecedor/consumidor agregando valor real para o negócio. Essas são as novas regras do jogo, por isso, não perca seu tempo, não tente varrer para debaixo do tapete, porque seus concorrentes já começaram a se mexer !

 

 

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